O Banco Nossa Caixa encerrou o primeiro trimestre deste ano com prejuízo líquido de R$ 349 milhões, ante lucro de R$ 114,9 milhões registrado no mesmo período de 2008. Daí a necessidade de seu controlador, o Banco do Brasil, ter acelerado o processo de acomodação de novos diretores ao banco paulista desde fevereiro. Os olhos do dono é o que engorda o porco Adquirida no final do ano passado pelo Banco do Brasil, a Nossa Caixa informou que a perda trimestral se justifica (?) pelos ajustes feitos com o ob jetivo de equalizar seus critérios de estimativas contábeis aos praticados pelo BB, além do reconhecimento de obrigações necessário para a transferência do controle acionário. Se não fossem esses ajustes e as provisões para contingências cíveis referentes a planos econ ômicos, o lucro teria ficado em R$ 51 milhões. Isso equivale a dizer que se não fosse a administração homoafetiva que une, umbilicalmente, demos e tucanos há 16 anos a frente do banco paulista o resultado seria bem diferente.
Dados Financeiros Entre janeiro e março, o resultado da intermediação financeira da Nossa Caixa somou R$ 578,6 milhões,
uma queda de 22,7% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. O saldo da carteira de crédito estava em R$ 13,8 bilhões ao final de março, 42,3% maior do que um ano antes .
Mais representativo da carteira, o segmento de pessoas físicas mostrava saldo de R$ 10,8 bilhões ao final do primeiro trimestre, um crescimento de 48% em um ano. O caso das empresas, a alta foi de 29%, para R$ 3,1 bilhões.
Quanto ao índice de inadimplência, representou 5,2% da carteira total, uma queda de 0,6 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre de 2008, quando ficou em 5,8%. Na comparação com o quarto trimestre de 2008, no entanto,
avançou 0,6 ponto percentual.
A carteira de pessoas jurídicas, entretanto, mostrou crescimento nos dois cenários de comparação, fechando o primeiro trimestre deste ano em importantes 9,3%, o que representa elevaç ão de 1,4 ponto ante o mesmo período de 2008 e de 2,7 pontos quando comparado ao trimestre final do calendário passado.
Justificando o injustificável
Segundo o banco, "a crise" é a grande culpada pelo maior volume de calotes, é claro; e não a péssima gestão imprimida por um bando de sapatonas e bichas sem conhecimentos, experiência ou caráter, apaniguados por peixes barracudas demos-tucanos que pintaram o sete na administração do banco paulista por durante quase duas décadas. Será que os lucros auferidos, em mesmo período, por Banco do Brasil, HSBC, Itaú e Bradesco também serão atribuídos à "crise"? Já nas pessoas físicas, a inadimplência representou 4% d a carteira, com queda de 1,1% ante o primeiro trimestre de 2008 e estável na comparação com os três últimos meses do ano passado. Diante disso, o banco desembolsou R$ 260,5 milhões com provisões para créditos de liquidação duvidosa no primeiro trimestre, uma alta de 30,1% ante o mesmo período do ano passado. Os ativos totais da Nossa Caixa estavam em R$ 54,26 bilhões ao final de março, 5,45% superior a igual período de 2008. O patrimônio líquido ficou estável em R$ 2,8 bilhões.
Da
porta para fora
Ex-diretora de Gestão de Pessoas da Nossa Caixa, Marly Juskevicius, remanescente da adminsitração demo-tucanalha foi, ao lado do diretor de operações Daniele Luneta (foto ao lado) e gerentes regionais, uma das grandes responsáveis pela desagregação do corpo de funcionários do banco paulista, ao instituir um modelo de seleção fraudulento, denominado Cadastramento de Rede, em que privilegiou apaniguados em detrimento de competências, perfis ou experiência laborial, segundo o Sindicato dos Bancários.
Mais recentemente, em abril, Luneta foi extirpado da diretoria de Rede e Distribuição e segregado à diretoria de Operações numa tentativa de obstar a distribuição de dejetos nos ventiladores da rede de unidades. Já a ex-diretora do RH foi chutada escadas abaixo no prédio da administração da ex-Nossa Caixa 2, segundo colegas de trabalho.
Comentários: Que me desculpem as "márcias e reginas", sou totalmente a favor da emancipação "homoafetiva", desde que não comam a carne no mesmo prato em que se come o pão, não passem a mão na minha bunda, e nem me convidem para suas orgias.

Será que o BB não fará uma auditoria no banco paulista para descortinar esse descalabro administrativo "homoafetivo"?